domingo, 8 de agosto de 2021

Acho que, no fundo, o que importa além de lembranças e memórias, é a humanidade por trás delas. Como elas, é algo que não se toca, mas que se sente. E que, com memórias, não importa a quantidade, porque elas não se contam. Às vezes até mesmo uma memória imaginada, por evocar a humanidade de uma conexão, pode ter um certo valor.

Quando você compartilha humanidade com alguém, aquilo não pode ser revertido. Está compartilhado, e isso vai além do mero ato de lembrar. O sentimento humano não se prende, porque não é algo inserido no tempo, ou no espaço. Ele está solto, e consegue refletir as conexões das pessoas, mesmo diante de qualquer termo de situações.

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